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Início da cobertura do seguro de transporte internacional de importação.

carga

Os contratos de seguros de transportes internacionais contém uma cláusula chamada “Começo e Fim dos Riscos”, que é extremamente importante e muitas vezes passa despercebida a leitura dos segurados. Embora seja uma cláusula integrante da apólice, muitos segurados, por falta de orientação de seus assessores em seguros, podem ter estragos significantes em seus negócios, exatamente pela falta de orientação na contratação da apólice de seguro.

É comum dizer que as apólices cobrem “door to door” e “house to house”, termos obsoletos, sem aplicabilidade atual, que na verdade são vício de linguagem utilizados antes da criação do Incoterms. Isso pode ser uma armadilha para o importador, com a possibilidade ter sinistros recusados quando ocorridos em território estrangeiro.

Na realidade, os termos “door to door” e “house to house” só são entendidos nas importações na modalidade Ex-works, com a qual o importador tem a responsabilidade de coletar a mercadoria no depósito do fornecedor e levá-la ao porto ou aeroporto de embarque. No Incoterms Ex-works, a cobertura do seguro se inicia no momento em que a mercadoria começa a ser carregada no lugar mencionado para o começo do trânsito e continua durante o seu curso ordinário. Incoterms com denominação Fob Origem, Fob Miami (ou outra cidade) não são reconhecidos pelas seguradoras, entendendo-se que a cobertura do seguro começará no porto ou aeroporto de embarque. Assim, não existirá cobertura para os riscos durante percurso entre o local de saída e o porto ou aeroporto de embarque, exceto em negociações especiais e que sejam garantidas por cláusulas inseridas na apólice.

Com a intensidade da logística na busca da otimização das importações, alguns contratos são negociados com logística adaptada ao negócio do importador, muitas vezes com condições diferentes das estabelecidas pelo Incoterms. Nessas situações, as condições de importação diferenciadas devem ser submetidas às seguradoras para avaliação dos riscos expostos e definição da aceitação ou não do seguro, caso contrário, o importador estará sujeito à perda do direito da cobertura de seguro. Exemplificando, alguns importadores compram mercadorias de diversos exportadores e as guardam em um armazém de consolidação de cargas, para que essas sejam despachadas para o Brasil. Nos Incoterms FOB e CPT, o início da cobertura é a partir do porto ou aeroporto de embarque, ficando claro que o transporte no percurso interno (inland) entre o consolidador e o local de embarque não está coberto pelo seguro de transporte internacional de importação contratado no Brasil.

A fim de se proteger contra eventualidades que possam trazer prejuízos, os importadores têm a possibilidade de negociar adicionalmente a sua apólice de seguro, cláusulas especiais para cobrir os riscos em território estrangeiro.

DESMISTIFICANDO O SEGURO AERONÁUTICO: ENTENDA QUAIS SÃO AS COBERTURAS E QUAIS OS RISCOS EXCLUÍDOS

aviao

Carlos Barbosa especialista em Direito AeronáuticoCarlos Barbosa é piloto de avião e advogado especialista em Direito Aeronáutico e Direito Internacional. Atuou como advogado de associações profissionais como a Associação Brasileira de Pilotos da Aviação Civil (ABRAPAC), Associação dos Aeronautas da Gol Linhas Aéreas (ASAGOL) e do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA). Atualmente é sócio do escritório Carlos Barbosa Advogados, é membro efetivo da Academia Brasileira de Direito Aeronáutico (ABDA) e da Comissão de Direito Aeronáutico da OAB/SP, além de colunista, palestrante e escritor sobre o assunto.

 

DESMISTIFICANDO O SEGURO AERONÁUTICO: ENTENDA QUAIS SÃO AS COBERTURAS E QUAIS OS RISCOS EXCLUÍDOS

O mercado aéreo brasileiro consolidou se como o segundo maior mercado em aviação geral do mundo, mantendo-se atrás, apenas dos Estados Unidos. De acordo com dados da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), mesmo com a recente queda de vendas de aeronaves, a frota da aviação geral brasileira cresceu 1,1% entre 2014 e 2015, subindo de 15.120 para 15.290 unidades, considerando jatos, helicópteros, entre outros.

E, mesmo em um cenário onde o número de aeronaves em movimento só aumenta, paradoxalmente, houve uma significativa redução de acidentes aeronáuticos no país, de acordo com o Panorama Estatístico da Aviação Civil Brasileira, entre 2006 a 2015, dados elaborados pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos – CENIPA.

E entre todos esses acidentes, se formos dividi-los por segmentos da aviação, surge uma estatística preocupante. A devastadora maioria deles ocorre no âmbito da aviação geral, do Serviço Aéreo Especializado (SAE), na modalidade agrícola e da instrução de voo. Estes três segmentos representam 77,8% do total de acidentes.

agricolaSabemos que 100% da segurança de voo significa avião no chão. Infelizmente ainda não conseguimos atingir um índice absoluto neste sentido. E mesmo com todos os esforços de todos os agentes envolvidos para elevar cada vez mais os níveis de segurança de voo, acidentes acontecem. É nesse cenário que surge a segurança do Seguro Aeronáutico, que garante cobertura para os riscos do transporte aéreo, isto é, os danos causados, os reembolsos de despesas e as responsabilidades legais que o segurado venha a ser obrigado a pagar em virtude da utilização da aeronave.

Essa proteção abrange riscos como os danos causados ao casco do avião (célula) e aos seus motores e equipamentos (aviônicos); os reembolsos de despesas de sinistros; as responsabilidades civis sobre passageiros, carga, tripulação, pessoas e bens no solo (terceiros) que o segurado venha a ser obrigado a pagar, em decorrência da utilização da aeronave segurada.

A contratação desse tipo de seguro é feita, em regra, na modalidade “all risks” (todos os riscos). Ou seja, é assegurada a garantia total e ampla para todo e qualquer dano à aeronave, com exceção apenas àqueles decorrentes de riscos explicitamente excluídos na apólice.

honda-jet-2_free_bigUma dúvida muito comum é: todos os tipos de aeronaves são seguráveis? Sim, principalmente as aeronaves de asas fixas (jatos, turboélices e aviões convencionais, por exemplo) e asas rotativas (helicópteros e outros). Conceitualmente, aeronave é qualquer aparelho capaz de se sustentar e se conduzir no ar com objetivo de transportar pessoas e/ou coisas. Com isso, é plenamente possível a contratação de seguro aeronáutico para asas deltas e balões, por exemplo.

O documento que contém as condições gerais e as condições especiais do seguro chama-se apólice. Nas condições gerais são inseridos os aspectos básicos do contrato, comuns para todas as coberturas (ex.: riscos excluídos em qualquer caso), bem como são armados os direitos e obrigações das partes (ex.: vigência, prêmio, foro, prescrição etc).

Já as condições especiais, por sua vez, trazem algumas garantias adicionais e outras obrigatórias, explicando as situações em que cada uma delas poderá ser acionada. São as condições especiais que trazem a previsão dos conhecidos “Aditivos A e B” e a cobertura “R.E.T.A. a 2° risco”.

O Aditivo A nada mais é do que outra nomenclatura para a garantia do casco da aeronave. É a cobertura dos danos materiais, das despesas com socorro, salvamento da aeronave sinistrada, no caso de acidentes e atos danosos praticados por terceiros. O Aditivo B é a garantia chamada R.E.T.A. (Responsabilidade do Explorador e Transportador Aéreo).

De acordo com o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) toda aeronave no Brasil deve, obrigatoriamente, possuir tal cobertura que garante o reembolso de indenizações por danos corporais e/ou materiais que o segurado venha a ser obrigado a pagar em decorrência da aeronave sinistrada. Trata-se do seguro similar ao seguro automotivo DPVAT.

Há também uma cobertura de responsabilidade civil facultativa para os proprietários de aeronaves, chamada R.E.T.A. a 2º risco, cujo propósito é complementar a garantia R.E.T.A., uma vez que os valores de indenização desta são considerados relativamente baixos (aproximadamente R$15.000 por pessoa, incluindo todos a bordo), já que limitados pelo CBA.

dscf7170-jpg%20%5b7%5dMas como em qualquer outro contrato de seguro, há riscos que são excluídos. No seguro aeronáutico não são indenizados, por exemplo:

a) perda, destruição ou dano direta ou indiretamente causado por radiações ionizantes ou por radioatividade de qualquer combustível nuclear;

b) perdas ou danos causados por ventos de velocidade igual ou superior a 60 nós, terremotos e outras convulsões da natureza, salvo quando a aeronave estiver em voo ou manobra;

c) perdas, danos ou responsabilidades decorrentes direta ou indiretamente de atos de hostilidade ou de guerra, rebelião, insurreição, revolução, confisco, nacionalização, destruição ou requisição por autoridade de fato ou de direito;

d) lucros cessantes e danos emergentes direta ou indiretamente resultantes da paralisação da aeronave segurada, dentre outros.

Contudo, o interessado poderá optar pela cobertura de alguns desses riscos através das condições especiais do contrato, adquirindo coberturas facultativas e adicionais. Acidentes, infelizmente, acontecem e vão desde colisão com aves e impacto de raios até atos de terrorismo, aterrissagens forçadas e, em último caso, a queda da aeronave.

Não surpreende a recente informação da Comissão Europeia de que os prêmios diretos arrecadados em seguro aeronáutico no mundo pelas empresas aéreas superem os US$ 2 bilhões por ano.

cirrus 2O seguro aeronáutico é uma obrigação e, cada vez mais, uma necessidade, pois além de garantir as atividades realizadas pelas empresas aéreas, por proprietários de aeronaves no geral e pelo Estado, garante a execução das tarefas atinentes aos aeronautas, fornecendo segurança ao serviço em todos seus aspectos, inclusive aos terceiros e bens na superfície, aos passageiros e à carga, pois, nesse setor, o risco é inerente e não há formas de sua desvinculação. Sabemos que 100% da segurança de voo significa avião no chão.

Infelizmente ainda não conseguimos atingir um índice absoluto neste sentido. E mesmo com todos os esforços de todos os agentes envolvidos para elevar cada vez mais os níveis de segurança de voo, acidentes acontecem. É nesse cenário que surge a figura do Seguro Aeronáutico, que garante cobertura para os riscos do transporte aéreo, isto é, os danos causados, os reembolsos de despesas e as responsabilidades legais que o segurado venha a ser obrigado a pagar em virtude da utilização da aeronave

Ministério da Agricultura receberá novas propostas para adesão ao seguro rural

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O deputado federal Valdir Colatto (PMDB-SC) informa que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) abrirá o sistema para recebimento de novas propostas para adesão ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR)

O sistema será aberto nos dias 12 e 13 de dezembro e permanecerá até a utilização integral dos valores disponibilizados. No entanto, todas as apólices devem ser encaminhadas para o sistema, impreterivelmente, até o dia 22 de dezembro.

Para os grãos de verão e de inverno estão disponíveis R$10 milhões em subvenção para cada grupo. Já para frutas e outros são R$ 1,5 milhão por grupo.

“Produtores de grãos de verão, de inverno, de frutas e outros devem procurar as seguradoras o quanto antes para fazer suas apólices e garantir o subsídio de até 60% do valor do prêmio que o ministério disponibiliza”, completou Colatto.

 

O seguro viagem para os destinos mais procurados no Réveillon

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Escolher o destino que vai passar a virada do ano é uma tarefa difícil, que envolve diversos fatores. Pontos turísticos, distância do local de origem e preço são alguns pontos que influenciam essa escolha. Um outro ponto essencial para a decisão são os eventos preparados pela cidade para comemorar a chegada do novo ano.

A Bidu Corretora listou os principais destinos para passar a virada do ano em todo o mundo, assim como o valor do seguro viagem para cada um.

Rio de Janeiro (Brasil)

A famosa queima de fogos na praia de Copacabana torna o Rio de Janeiro um dos principais destinos escolhidos para passar a virada do ano. No entanto, além de curtir a virada, os visitantes podem aproveitar a viagem para curtir as principais praias da região, conhecer os pontos turísticos e aproveitar a noite carioca.

O seguro viagem para as terras cariocas custa por volta de R$ 13.

Punta Del este (Uruguai)

Conhecida pela sofisticação de cassinos, restaurantes e resorts de luxo, a cidade conta com diversas opções para quem busca curtir belas praias e também a vida noturna da região. Na noite do ano novo, além da tradicional queima de fogos na praia, conta com várias festas espalhadas pela cidade.

Para a região, o viajante paga por volta de R$ 59,83 no seguro.

Nova Iorque (Estados Unidos)

O frio intenso pode até afastar alguns brasileiros, mas a Times Square é um dos destinos mais conhecidos no mundo quando pensamos na virada do ano. A festa, marcada pela descida da enorme bola e por diversas atrações musicais, recebe milhões de pessoas por ano.

Para o destino americano, o seguro viagem custa R$ 89,77.

Sydney (Austrália)

Quem decidir passar a virada em Sydney será um dos primeiros a celebrar o início do ano novo, já que o local possui uma diferença de 12 horas em relação ao horário oficial de Brasília. A comemoração também é em grande estilo – o show pirotécnico acontece na baía de Sydney, com fogos sendo disparados de balsas, dos arranha-céus e da Harbour Bridge, um dos cartões-postais da cidade.

O seguro viagem para lá custa, em média, R$ 59,83.

Moscou (Rússia)

Moscou é um dos destinos mais escolhidos para quem quer passar a virada do ano na Rússia. O ano novo na Praça Vermelha, um dos principais locais históricos da capital russa, atrai milhares de pessoas para a queima de fogos. Se tiver mais um tempo, o viajante pode aproveitar para conhecer outros países da Europa.

Para aproveitar o destino com mais tranquilidade e segurança, o turista desembolsa em torno de R$ 76,44.

Cidade do Cabo (África do Sul)

A Cidade do Cabo é o destino mais animado da África do Sul no Réveillon. Todo o agito se concentra no Centro da Cidade, na Long Street, e os turistas contam com diversas opções de restaurantes e baladas para a comemoração. Nos dois primeiros dias do ano, a cidade recebe a Procissão da Marcha do Menestrel, com pessoas fantasiadas e pintadas e muita música.

Para o local, o viajante para em média R$ 59,83 no seguro.

Tokyo (Japão)

Para quem está acostumado com praias e as comemorações tradicionais de ano novo, passar a virada em Tokyo pode ser uma experiência totalmente diferente. Lá, não há o costume de fazer festas no fim do ano, mas os viajantes podem juntar-se às pessoas que realizam o Hatsumode, a primeira visita do ano a um santuário ou templo.

O seguro, para o destino, também custa por volta de R$ 59,83.

Punta Cana (República Dominicana)

As praias de areia branca, mar azul e coqueiros que completam a paisagem já são grandes atrativos de Punta Cana em qualquer época do ano. No Réveillon, não há comemorações em toda a cidade, como acontece no Brasil, mas a maior parte dos resorts contam com atrações para o período. Também é possível aproveitar a viagem para mergulhar, nadar com golfinhos, conhecer pontos turísticos e, até mesmo, fazer compras nos shoppings e centros de compras da região.

R$ 59,83 também é o valor pago, em média, no seguro para quem irá visitar o destino.

L.S.
Revista Apólice

Mercado aquecido demandará profissionais qualificados em 2017

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O próximo ano promete trazer oportunidades no mercado de seguros. De acordo com informações do Guia Salarial 2017 da Robert Half, as novas estruturas e uma maior fiscalização no setor exigirão mais especialização dos profissionais dessa indústria.

A pesquisa também ressalta os impactos da Circular 521 da Susep, que traz, entre outros temas, novas normativas relacionadas a risco, o que deve aumentar a procura por mão de obra qualificada na área. O estudo destaca ainda que a comercialização on-line de apólices chegou para ficar e demandará profissionais com conhecimento digital.

Diante das perspectivas do segmento e atendendo à demanda por especialização no curto prazo, a Escola Nacional de Seguros iniciará, em 2017, o curso Tecnólogo em Gestão de Seguros, no Rio de Janeiro (RJ).

Com duração de dois anos, a graduação tecnológica garante diploma de ensino superior àqueles que pretendem adquirir uma visão mais prática e instrumental do mercado de seguros.

Segundo o diretor de Ensino Superior da Instituição, Mario Pinto, o curso capacitará os alunos para o desempenho de funções técnicas no setor, como elaboração de controles de gestão e supervisão de equipes comerciais e técnicas. ”Também há campo de atuação em áreas de planejamento, gerenciamento de riscos e administração de empresas”, explica.

O curso é presencial, com 20% das disciplinas a distância. As aulas terão início no dia 6 de fevereiro de 2017.

A mensalidade é de R$ 710,00, com desconto de 10% para pagamentos até o dia 10 de cada mês. O processo seletivo consiste em uma redação, mas também é possível ingressar com o aproveitamento da nota do ENEM (realizado entre 2014 e 2016), por transferência externa e apresentando diploma de nível superior. Matriculados até 31 de janeiro terão 50% de desconto no valor da primeira mensalidade.

A Escola também segue oferecendo o Bacharelado em Administração com Linha de Formação em Seguros e Previdência, nas cidades do Rio de Janeiro (RJ) e de São Paulo (SP).

As inscrições estão disponíveis no site www.profissaosegura.com.br

Sompo inova com seguro para empresas de alto risco

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A Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo – acaba de lançar uma solução de seguro que visa atender às empresas que, devido aos ramos de atividade em que atuam, comumente encontram dificuldades para contratar uma apólice de seguros.

A companhia, por meio de estudos e análises técnicas, aliado à expertise do grupo, quebra um paradigma com o seguro Empresarial para Riscos Especiais da Sompo Seguros. A solução de seguro foi especialmente criada para atender empresas dos segmentos de fábricas, depósitos e lojas de colchões; fábricas e depósitos de móveis e artigos de madeiras (com estofamento); fábricas e depósitos de produtos químicos; fábricas e depósitos de artigos de papel (papel higiênico, guardanapos, papel toalha); armazéns gerais (com inflamáveis); fábrica de tintas e vernizes; tecelagens de algodão com processos prévios.

Muitas dessas empresas – que têm de lidar e armazenar materiais com alta capacidade de combustão e propagação de incêndios – enfrentavam o problema de não conseguirem efetuar a contratação de seguro empresarial, mesmo com a atenção dada à segurança e proteção de suas instalações e de suas operações.

Com a nova solução do seguro Empresarial para Riscos Especiais da Sompo Seguros, a análise e subscrição do risco é criteriosa, baseada em inspeção de risco detalhada e solução diferenciada de resseguro, o que contribui para que esses setores econômicos contem com a cobertura de um seguro adequada às suas necessidades.

Fazem parte da solução para Riscos Especiais, a cobertura básica contra Incêndio, Raio e Explosão/Implosão e as coberturas adicionais para Danos Elétricos (curto circuito), Desmoronamento / Tremor de Terra, Vendaval até Fumaça (exceto bens ao ar livre), Equipamentos Estacionários Próprios e/ou Arrendados, Responsabilidade Civil (Operações, Empregador, Danos morais) e Tumultos.

Estima-se que milhares de empresas de diversos setores da economia não tenham cobertura de seguros atualmente. Só para se ter uma ideia, o setor de indústria de móveis conta com mais de 20,6 mil empresas que faturam anualmente cerca de R$ 35,7 bilhões no Brasil, segundo dados da MOVERGS – Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul. Já segundo a ABRAFATI – Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas, o Brasil – que é um dos seis maiores mercados mundiais para tintas – conta com centenas de fabricantes de pequeno, médio e grande portes em operação no País e que movimentaram aproximadamente R$ 10,2 bilhões em 2015.

Fonte: RMA

5 mitos comuns sobre Seguro de Bicicleta

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Essa falta de informação leva muitas pessoas a criarem ou acreditarem em mitos sobre o assunto. Selecionamos 5 dos mitos mais comuns sobre seguro de bicicletas e montamos essa lista.
Apesar do aumento nos casos de furtos e assaltos de bicicleta e deste assunto fazer cada vez mais parte das conversas entre ciclistas, falar em medidas que visam a proteção contra este tipo de problema ainda é novidade e causa de muita incerteza neste meio.

As várias perguntas sobre como funciona o seguro de bicicleta demonstram que, apesar do grande interesse por este tipo de seguro, a ignorância acerca deste tema acaba afastando o ciclista, que continua desprotegido.

Essa falta de informação leva muitas pessoas a criarem ou acreditarem em mitos sobre o assunto. Selecionamos 5 dos mitos mais comuns sobre seguro de bicicletas e montamos essa lista.

Afinal, quanto mais informação, melhor. Certo?

1. Seguro de bicicleta é caro

Uma das coisas mais comentadas ao falar sobre o assunto são os altos preços dos pacotes. Entretanto vários aspectos devem ser levados em consideração ao avaliar o valor do seu seguro.

Para uma bike que custa milhares de reais, o custo de um seguro completo não é nada comparado à perda, seja assalto, furto à residência ou até mesmo um acidente que danifique a bicicleta.

Por exemplo, o prejuízo da perda de uma bicicleta de R$ 5.000,00 equivale a 11 anos de seguro, aproximadamente. E à medida que seu valor aumenta, o valor relativo do seguro diminui, como no caso de uma bike de R$ 35.000,00 cujo prejuízo pagaria 20 anos de seguro.

Isso sem contar a comodidade e segurança que um seguro oferece. Convenhamos, seguros só existem porque imprevistos acontecem.

2. Bicicleta sem nota fiscal não pode fazer seguro

Apesar de ser cada vez maior o número de ciclistas que guardam os documentos de compra da sua bike, seja a nota fiscal ou o recibo, ainda há quem não tenha qualquer documento que sirva como comprovação de propriedade.

A boa notícia é que estes ciclistas não estão excluídos da lista de “seguráveis”.

As seguradoras que fazem seguro de bicicletas possuem critérios para permitir que o
proprietário que não tenha a nota fiscal, também esteja protegido por um seguro. O processo de confirmação da posse da bike acontece através do envio de fotos e uma descrição detalhada dos componentes.

No entanto, é altamente recomendável cuidados mínimos entre vendedor e comprador, como a confecção um documento de compra e venda evitando assim dores de cabeça no futuro, além do que é sempre aconselhável que o meio de pagamento se dê por transferência bancária devidamente identificada ou por cheque nominal, de preferência com seu número mencionado neste documento.

É importante, sempre que possível, que o vendedor forneça os manuais disponíveis, pois estes também podem servir como comprovantes de que a bike foi comprada, já que nenhum assaltante teria acesso ao manual.

3. O seguro cobre qualquer tipo de roubo

Existe uma modalidade de furto que não encontra cobertura em nenhum seguro de bicicletas. Trata-se do furto simples, que se caracteriza pelo simples desaparecimento da bike, sem que haja vestígios do crime.

Estes casos ocorrem quando nenhum obstáculo se interpõe ao bandido no momento do furto, como exemplo, uma bike estacionada em uma garagem aberta sem estar presa por um cadeado devidamente afixado em um ponto imóvel, ou mesmo amarrada em um suporte veicular.

Estes casos não são cobertos pelas seguradoras pois, tecnicamente, não há sequer a possibilidade de prova de que aconteceu um furto, ou seja, não há como qualificar o crime.

4. Não dá para fazer seguro de bike montada

Este é mais um mito criado pela falta de informação. Muitos ciclistas ficam em dúvida sobre esse tema e não sabem que hoje há seguradoras que oferecem recursos para informar separadamente todas os componentes não originais da bike. Inclusive já é possível que todo este processo seja feito online ao alcance do mouse.

É muito importante, contudo, que o ciclista saiba atribuir corretamente o valor integral da sua bicicleta já incluindo todas estas peças para que a seguradora faça a aprovação do valor segurado.

5. O valor segurado da bike diminui com o tempo

Isto não é verdade. Uma vez que a seguradora faz a aprovação do seguro da bike no valor estipulado no momento da contratação, é este valor que irá prevalecer até o último dos 365 dias em que o seguro vigora.

Contudo, ao renovar anualmente, este valor pode sim ser atualizado, para mais ou para menos. Isso porque muitas vezes o valor de mercado da bike sofre variação conforme varia o câmbio, já que boa parte das bicicletas é importada.

Apesar de não existir uma tabela FIPE para bicicletas, assim como no caso dos seguros de automóvel, a seguradora pagará o valor atual da bike, considerando ano, modelo e peças, só que no momento da contratação ou renovação do seguro.

É sempre bom que os ciclistas entendam ao certo como funciona o seguro para bicicletas, e nosso papel é justamente mostrar como realmente funciona esse processo.

Se quiser continuar aprendendo sobre segurança ao pedalar e realizar uma simulação gratuita, visite o site da Veloseguro.com.

Fonte: Segs

Venda online de Planos de Saúde ainda não é regulamentada, mas tende a crescer no mercado nos próximos anos

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– A compra virtual de produtos e serviços cresce a cada dia nos mais variados setores da economia. E não poderia ser diferente com os planos de saúde, que já são comercializados pela internet, em uma modalidade que tende a crescer nos próximos anos.

“O consumidor precisa estar bem atento ao adquirir um plano de saúde, e de forma redobrada caso a compra seja feita online”, comenta a advogada do Nakano Advogados Associados, especializada em Direito do Consumidor, Tatiana Viola de Queiroz. Segundo ela, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) ainda não regula essa prática, mas isso já está sendo discutido. “Muitas operadoras de saúde já sinalizam que querem entrar no e-commerce, e os consumidores poderão contratar planos através das páginas das próprias empresas, e inclusive realizar o pagamento”.

De acordo com a advogada, os direitos e deveres das operadoras e dos consumidores nas vendas online devem ser os mesmos que nas vendas presenciais. “O que muda é somente o canal de compra e venda, que de físico passa a ser virtual. Em termos de Direito do Consumidor, a lei prevê que são os mesmos termos. O comprador está protegido pelo CDC (Código de Defesa do Consumidor)”, explica.

A especialista lista direitos que se estendem a essa modalidade de compra:

Direito à informação: Sendo a compra presencial ou virtual, a advogada esclarece que continuam a valer os mesmos direitos básicos previstos em lei. “O comprador continua a ter direito à informação clara e precisa sobre o serviço ou produto que está adquirindo. O consumidor precisa estar bem informado sobre aquilo que está contratando, e ter também garantida a possibilidade de cancelar a compra, caso deseje”, explica.

Detalhes sobre o contrato: Segundo a advogada, é necessário que as operadoras explicitem todas as informações relacionadas ao plano contratado, tais como valor da mensalidade, abrangência, cobertura, carências, reajustes, suspensão e rescisão do contrato, e outros. “Ainda não é regulamentado, mas é importante que o consumidor se atente se essas informações constam no contrato”, alerta a advogada.

Direito de arrependimento: De acordo com a especialista, esse direito previsto no CDC também deve ser respeitado na compra virtual. “Ou seja, os consumidores que desejarem cancelar a contratação dentro do prazo de 7 dias a contar da data de recebimento das carteiras de usuários, poderão fazê-lo sem custo”, comenta.

Canais para cancelamento: É preciso também que as operadoras disponibilizem canais de atendimento para que o cancelamento seja realizado. “Podem ser por telefone, e-mail, mas o ideal, do ponto de vista do Direito do Consumidor, é que também haja um canal online, via chat ou através de um link. É preciso ser possível também reverter a compra”, explica.

SAC: Outro ponto importante, segundo a advogada, é o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor). “Assim como acontece nas compras físicas, é fundamental que o consumidor esteja amparado pelo SAC disponibilizado pelas operadoras de saúde. Esse canal poderia, inclusive, orientar o consumidor a respeito das opções de planos durante a compra”.

 

Fonte: Revista Seguro Total

Seguros de pessoas movimentam R$ 25,24 bilhões de janeiro a outubro

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Seguro de vida, o maior volume do segmento, registrou prêmios de R$ 10,63 bilhões, alta de 5,79% no período

Os seguros de pessoas, que incluem seguros de vida, de acidentes pessoais, viagem, educacional, entre outras modalidades de proteção, registraram no acumulado de janeiro a outubro deste ano R$ 25,24 bilhões em prêmios (valor pago pelos segurados para contratação de coberturas para seus riscos pessoais), consolidando alta nominal de 4,00% frente aos R$ 24,27 bilhões verificados nos primeiros 10 meses do ano anterior. Os dados são da FenaPrevi, entidade que representa 68 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país. Na análise de desempenho por modalidade de produto, o seguro de vida, que representa o maior volume do segmento, registrou prêmios de R$ 10,63 bilhões, correspondendo a aumento de 5,79% em relação ao acumulado de janeiro a outubro de 2015. Já o seguro prestamista, segunda maior carteira do segmento, que cobre o pagamento de prestações do titular da apólice em caso de morte, invalidez ou perda involuntária do emprego, registrou recuo de 8,50% em relação ao acumulado dos 10 primeiros meses de 2015, movimentando R$ 6,11 bilhões em prêmios De acordo com o levantamento da FenaPrevi, o seguro de acidentes pessoais, que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados por acidentes involuntários, provocando lesões físicas ou até mesmo falecimento, obteve alta de 3,75% de janeiro a outubro de 2016 e acumulou R$ 4,31 bilhões. O seguro educacional, impulsionado pelo receio das famílias quanto à capacidade de fazer frente aos custos de educação dos filhos, teve forte expansão: 75,00% com prêmios da ordem de R$ 38,43 milhões. O balanço da federação mostra que o auxílio funeral registrou R$ 396,42 milhões em prêmios, representando alta de 21,99% em relação aos R$ 324,95 milhões contratados de janeiro a outubro de 2015. Resultado Mensal – Outubro No mês de outubro de 2016, o valor pago pelos segurados para contratação de coberturas para seus riscos pessoais foi de R$ 2,49 bilhões, alta de 2,47%, em relação aos R$ 2,43 bilhões registrados no mesmo mês de 2015.

 

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Fonte: CnSeg

Companhia inaugura filial em Petrópolis – RJ

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A SulAmérica acaba de inaugurar sua filial Região Serrana, na cidade de Petrópolis (RJ). A unidade reforça a presença da companhia e o atendimento a corretores e clientes da região fluminense, que compreende 14 municípios – entre eles, Teresópolis, Nova Friburgo e Três Rios, além de Petrópolis.

Localidade

A localidade é considerada estratégica para a seguradora. A companhia registrou crescimento de 42% no faturamento local até setembro, quando ainda contava com atendimento em trânsito. Agora, com a estrutura da filial, irá intensificar sua atuação junto a seus parceiros locais. A ideia é promover treinamentos para corretores e outras ações para incentivar o desenvolvimento dos negócios.

Créditos: Revista Apólice

Endereço: Av. Rio Branco, nº 124, 4º-9º-10º e 11º pavimentos, Centro - Rio de Janeiro - RJ