Arquivos de outubro, 2016

Seminário debaterá gestão em planos de previdência

Resultado de imagem para seminário

 

Evento é gratuito e inscrições podem ser feitas no site do CPES

O Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), da Escola Nacional de Seguros, promoverá, no dia 7 de novembro, em João Pessoa (PB), o seminário Aplicações em Asset Liability Management (ALM) para Previdência Complementar.

O evento debaterá a prática conhecida com Asset Liability Management (ALM), que corresponde ao exercício de gerenciar os riscos que podem surgir devido a alterações que afetem de forma diferenciada os ativos e os passivos.

O seminário será coordenado pelo professor associado do CPES, César Neves, e terá como palestrantes o coordenador do Laboratório de Pesquisa e Desenvolvimento em Programação Matemática e Estatística da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (LAMPS/PUC-RJ), Davi Michel Valladão, e o professor assistente de Ciências Atuariais no Instituto de Matemática e Estatística da UERJ, Thiago Barata Duarte.

O seminário é gratuito e as inscrições podem ser feitas aqui.

Previdência

Com o objetivo de discutir estratégias para planos de previdência, o CPES realizou, no dia 24 de outubro, em São Paulo (SP), o seminário “Opções Reais e Garantias Financeiras em Planos de Previdência”, que apresentou modelos para ajudar as seguradoras e fundos de pensão a gerenciar seus fatores de risco.

A próxima edição do encontro será no Rio de Janeiro, no dia 21 de novembro. O seminário é gratuito e as inscrições podem ser feitas aqui.

CDS Assessoria no 6º Enconseg

a17fa9bf-0b1b-4624-8347-931e340b9923

A diretoria da CDS Assessoria participa hoje do 6º Enconseg realizado no centro de convenções Sulamérica no Rio de Janeiro

c746f0c9-3d9b-4adf-83f6-07d796654ae3

 

A CDS Assessoria marca presença no 6º Enconseg e afirma o seu compromisso com o corretor parceiro.Hoje com o avanço da tecnologia estamos sempre buscando alternativas para auxiliar o corretor no seu dia-a-dia, investimos pesado em sistema de helpdesk para agilizar a comunicação do corretor parceiro com a CDS afim de sanar todos as necessidades de cada corretor, alem de disponibilizar ao parceiro construção de site para cada corretor parceiro já com todas as ferramentas administrativas para agilizar cada vez mais o seu trabalho.

A CDS acredita que dando o suporte necessário para o corretor o rendimento dele será muito maior e alem disso trás cursos, treinamentos e outros projetos.
Hoje contamos com cerca de 600 corretores cadastrados e projetamos para 2017  um crescimento de 100% com investimentos em tecnologia,  treinamentos entre outros pontos essenciais para o trabalho do corretor.

Conheça os segmentos do SulAmérica Empresarial.

patrocinio

Você sabia que a SulAmérica tem um seguro voltado somente para empresas? E como sabemos que cada empresa tem uma necessidade diferente, oferecemos o seguro de acordo com cada segmento de atuação.

Conheça os principais segmentos que a SulAmérica oferece um seguro personalizado:

– Farmácias e Drogarias
– Estabelecimentos de Ensino
– Bares e Restaurantes
– Instituto de Beleza e Estética
– Pet Shop
– Padarias e Confeitarias
– Hotéis e Pousadas
– Lojas de Roupas e/ou Calçados
– Escritórios
– Consultórios
– Shopping Centers

Além disso, ao contratar o seguro SulAmérica para sua empresa, você também conta com os nossos serviços gratuitos de Assistências 24 horas. São serviços de chaveiro, limpeza, vidraceiro, encanador, eletricista, retorno em caso de sinistro e desentupimento.

Entenda como é calculado o seguro residencial

Garantir a proteção da residência diante de imprevistos como incêndio, explosão, vendaval e demais situações atípicas pode ser mais barato do que se imagina. Você sabia, por exemplo, que a precificação desse tipo de seguro não considera o preço de venda do imóvel? Para ajudá-lo a garantir o equilíbrio financeiro e a proteção do patrimônio.

Levante o custo de reconstrução do imóvel

Esse é o primeiro passo para o cálculo do seguro. Para isso, é preciso obter a média do quanto será gasto para a reconstrução do imóvel, considerando o valor do metro quadrado a ser construído, material e mão-de obra especializada. Para levantar esses custos a dica é consultar um profissional da área, que deverá apresentar uma estimativa do montante necessário.

Eletrodomésticos e itens de valor

Diante de uma situação atípica, como incêndio ou roubo, o proprietário ou o morador pode perder eletrodomésticos, eletrônicos e demais objetos. “O cálculo da apólice também deve considerar o valor desses equipamentos, cujo preço deve ser comprovado por meio de nota fiscal em caso de reposição”, complementa Jabis Alexandre, diretor geral de Automóveis e Massificados da companhia.

Outra dica é avaliar a inclusão de objetos de valor, como joias, obras de arte e até jardins, entre os artigos cobertos. O diretor também aponta que “a apólice residencial das seguradoras do Grupo é um contrato modular, com coberturas sob medida para cada perfil de cliente e tipo de residência”.

Preço final

Com o apoio do corretor de seguros, o consumidor deve apresentar a estimativa de indenização necessária para incluir na proposta. O profissional especializado orientará sobre as coberturas oferecidas pelo mercado e quais se encaixam nas especificações do proprietário/morador.

Uma apólice com coberturas básicas custa, em média, R$ 350 ao ano, variando conforme as proteções escolhidas pelo cliente e o tipo do imóvel.

Outra vantagem é o pacote de assistências gratuitas. Diante de situações emergenciais, o segurado pode solicitar o apoio de profissionais (encanador, chaveiro, vidraceiro e eletricista) para resolução de problemas domésticos rotineiros, como encanamento entupido, chuveiro queimado etc.

“O seguro é uma ferramenta de proteção financeira que deve ser priorizada, especialmente, em momentos de orçamento apertado. O imóvel é o maior patrimônio físico de uma família. Por isso, essa é uma apólice essencial”, finaliza Alexandre.

 

Fonte:

Revista apolice

Crescimento do mercado pet impulsiona mercado de seguros

pet

A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) acaba de divulgar que o setor PET deve registrar o crescimento de 6,7% em 2016, encerrando o ano com um faturamento de R$ 19,2 bilhões. O crescimento do mercado também tem gerado aumento na procura de produtos voltados para este segmento.

Jabis Alexandre, diretor geral de Automóvel e Massificados do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E ******, alerta que muitos imprevistos ocorridos no interior dos estabelecimentos podem atingir o animal e gerar custos de indenização. “O seguro é importante, pois garante a independência financeira para o empreendedor arcar com pagamentos diversos sem qualquer tipo de impacto no fluxo de caixa”, explica.

A cobertura de responsabilidade civil é uma das mais acionadas, de acordo com Alexandre, e reforça a relevância da apólice para a segurança e o conforto do animal de estimação e a continuidade do próprio negócio. “Cobre o pagamento de medicações e de internações hospitalares dos animais, em virtude de problemas gerados a partir de produtos comercializados ou incidentes ocorridos no local”, esclarece.

O produto prevê ainda o pagamento de indenização ocasionada por lesões e prejuízos gerados pela queda de painéis e letreiros luminosos e até de problemas ocorridos durante feiras, exposições e campanhas de vacinação, promovidos nas dependências da empresa segurada.

Apesar da crise, aumenta procura por previdência privada

previdencia-privada-dicas-para-escolher

Volume investido nesse tipo de plano cresceu 13% no primeiro semestre. Especialistas apontam a iminente reforma da Previdência como responsável pelo aquecimento.

Os pais do publicitário Alexandre Leite se aposentaram com 61 e 58 anos de idade, no início dos anos 2000. A regra que vigorava até 2002 permitia que homens requeressem a aposentadoria depois de 35 anos de contribuição e mulheres, 30.

Hoje, aos 28 anos, Alexandre é autônomo e contribui com o INSS, mas não sabe em que condições conseguirá se aposentar, em função de uma iminente reforma da Previdência. A única certeza é que terá de trabalhar muito mais que os pais.

O mesmo quadro enfrenta a mulher dele, Ágata, que é funcionária de uma empresa. O nascimento do filho, Caetano, de seis meses, tornou a urgência de planejar a aposentadoria ainda maior. Mas ele confessa que o casal não sabe por onde começar.

“Cheguei a pesquisar na internet o ‘como fazer’, mas confesso que tive bastante dificuldade para entender. Os planos apresentam muitas variáveis, cada um com uma sigla e cada banco pratica uma taxa diferente. Com tantas informações, acabei não tomando nenhuma decisão em relação a isso”, confessa.

Eles não estão sozinhos na vontade planejar a terceira idade. De acordo com a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida, mesmo em meio à crise financeira, o volume investido em planos de previdência privada cresceu 13% no primeiro semestre.

No total, os brasileiros investiram R$ 52 bilhões nesse tipo de serviço, que é apontado por especialistas, ao lado dos seguros de vida, como um dos pilares para o planejamento da estabilidade financeira. Segundo a Fenaprevi, 12 milhões, 506 mil pessoas já contam com previdências privadas no país.

Mas antes de tudo, é necessário ter atenção a que tipo de produto contratar. O vice-presidente da Fenaprevi, Luciano Snel, esclarece que existem duas modalidades diferentes de planos de previdência complementar.

“PGBL é para quem faz a sua declaração de Imposto de Renda no formato “completo”, aquele em que você lança as suas despesas com saúde, educação e previdência privada para obter as deduções necessárias. Já o VGBL é para quem faz as declarações do Imposto de Renda no formato “simplificado” e que já tem as deduções automáticas previstas pelo governo”, explica.

As taxas de administração e carregamento cobradas e a forma com que os impostos vão incidir sobre o investimento também precisam ser levadas em consideração, como explica o comentarista da CBN Mauro Halfeld.

“Se o plano é de longo prazo, a melhor opção é a tabela regressiva. É aquela na qual o imposto vai caindo, conforme você vai deixando o valor depositado no investimento. A tabela progressiva é a tabela que conhecemos através do Imposto de Renda, da pessoa física, sobre salários. Essa tabela só vale a pena para planos muito curtos. Como o plano de previdência é algo de longo prazo, a melhor opção é a tabela regressiva para quem tiver a oportunidade de escolher”, garante. + “O mais importante é ter a consciência de fazer sobrar dinheiro no dia a dia, porque vai faltar, lá na frente, para o trabalhador de 55, 60 anos”, ressalta.

Ele lembra que existem outros investimentos mais rentáveis, mas ressalta a importância da previdência privada para quem está começando a investir e vê o produto como uma ferramenta de planejamento, com poucos riscos.

“O mais importante é ter a consciência de fazer sobrar dinheiro no dia a dia, porque vai faltar, lá na frente, para o trabalhador de 55, 60 anos”, ressalta.

Nessa conta, O tempo é realmente um adversário para quem quer montar o plano de previdência complementar. O economista Fábio Giambiagi, especializado em previdência e integrante do Conselho Superior de Economia da Fiesp, ressalta a importância de começar a poupar desde cedo e levar a previdência privada, sempre, em paralelo às contribuições próximas ao teto do INSS.

“Digamos que você contribua com R$ 1 mil para a aposentadoria aos 59 anos. Isso vai te render juros por um ano, até se aposentar. Se você deposita os mesmos R$ 1 mil aos 20 anos, isso vai te render juros por 40 anos, o que é uma enormidade de capital. Minha sugestão é a seguinte: comece a contribuir com o INSS, com o valor mais próximo do teto. Havendo folga financeira, contribua para a previdência complementar”, opina.

De fato, o brasileiro ainda começa a poupar e pensar no futuro tardiamente. Dados da Superintendência de Seguros Privados, a SUSEP, mostram que, entre os homens, a idade média para contratação de planos de previdência privada é de 42 anos. Entre as mulheres, a média é de 40 anos para aquisição dos PGBL’s e 42 para VGBL’s.

Onda de roubos de carga leva seguradoras a endurecer exigências

roubos

A disparada do roubo de carga nos últimos meses tem levado seguradoras a tornar mais rígidas suas exigências às transportadoras, afirmam executivos do setor.

O pagamento de sinistro pelas empresas subiu 27,6% neste ano, entre janeiro e agosto, em relação ao mesmo período de 2015, segundo a Marsh, que reuniu dados da Susep (que regula o setor).

Nos últimos três meses, as seguradoras têm apertado as regras para manter o mercado viável, afirma Sérgio Caron, responsável pela área de gerenciamento de riscos de transporte da corretora.

“A exigência de uma escolta armada era para cargas acima dos R$ 500 mil. Agora, baixou para R$ 300 mil. Isso encarece e, às vezes, até inviabiliza o transporte.”

A franquia também subiu, diz Paulo Roberto de Souza, do sindicato paulista das transportadoras. “Antes, era, no máximo, 25%. Hoje, chega a 30%. O gasto com segurança já representa entre 8% e 12% da receita das empresas.”

Itens mais roubados

Além dos segmentos tradicionalmente visados, como eletroeletrônicos e medicamentos, tem crescido o roubo de alimentos e de itens de higiene e beleza, afirma Adailton Dias, diretor da Sompo Seguros.

“O índice de roubo é tão alto que há transportadoras que têm recusado cargas de alto valor”, afirma Álvaro Velasco, presidente do Grupo Tracker, de rastreamento.

Algumas seguradoras também têm se retirado do segmento de transportes ou deixado de atender determinados clientes, segundo Dias. “Se essa tendência seguir, o seguro de cargas vai se tornar financeiramente inviável.”

Fonte: Folha de S.Paulo

L.S.
Revista Apólice

Susep discute mudanças em seguro de responsabilidade civil de ônibus

viajem_onibus1

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) criou um grupo de trabalho para debater e propor soluções para a atual situação de oferta do seguro de Responsabilidade Civil – Ônibus (RC-Ônibus). A equipe terá 30 dias para concluir os trabalhos, prorrogáveis pelo mesmo período.

O grupo será composto por dois representantes de cada um dos seguintes órgãos/federações: Susep; Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT); Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg); Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros (Fenacor); e Federação Nacional das Empresas de Resseguro (Fenaber). A coordenação ficará a cargo dos representantes da Susep.

O grupo foi criado pela Portaria 6.679 da Susep, publicada nesta quinta-feira no “Diário Oficial da União”.

 

Promoção viagem de férias

cid:part1.01050708.00070904@personaldesigner.com.br

Nota de esclarecimento sobre ressarcimento ao SUS Detalhes Categoria: Notícias Comentadas

ans

Em resposta ao artigo sobre ressarcimento, assinado por Júnior Gurgel e publicado pelo site Justiça em Foco neste domingo (16), a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) esclarece, inicialmente, que o ressarcimento ao SUS encontra-se previsto no artigo 32 da Lei 9.656/98, existindo como instrumento regulatório há mais de 15 anos. Ao longo destes anos, a Agência vem aprimorando cada vez mais os mecanismos existentes para que esse procedimento possa contribuir significativamente na boa prestação de serviços privados de assistência à saúde.

Diferentemente do afirmado, o dever de ressarcir limita-se às obrigações contidas nos contratos de planos de saúde firmados entre as operadoras e os consumidores, não havendo cobranças por procedimentos não cobertos contratualmente. Ademais, o ressarcimento ao SUS é regido por normas públicas, bem como pelo contraditório e ampla defesa, sendo possível às operadoras apresentar defesa administrativa, oportunidade em que são analisados os contratos e demais documentos anexados.

A defesa do consumidor é uma das facetas mais importantes do ressarcimento ao SUS, tendo em vista que, por meio deste instrumento, a autarquia reguladora pode verificar as operadoras que possuem redes restritas ou precárias, evitando, que as operadoras em descumprimento aos contratos de plano de saúde, deixem de oferecer o tratamento e cobertura adequados aos seus consumidores, que nesse caso precisam recorrer à rede pública. Evita-se assim que o SUS seja utilizado de modo complementar à atividade lucrativa exercida pelas operadoras, em situação de enriquecimento sem causa.

O Tribunal de Contas da União exerce monitoramento periódico da atividade de ressarcimento ao SUS, estabelecendo determinações e recomendações à agência. Mais informações sobre os números do ressarcimento desde a sua instituição estão disponíveis no Boletim do Ressarcimento, publicado no endereço eletrônico da ANS .

 

 

Acesse o Boletim aqui!!

 

Endereço: Av. Rio Branco, nº 124, 4º-9º-10º e 11º pavimentos, Centro - Rio de Janeiro - RJ